Instituição afirma que acompanha o caso e adotou medidas para apurar o relato apresentado pela família

A Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (AFASC) se manifestou nesta segunda-feira (24) após uma família relatar uma suspeita de agressão psicológica contra uma criança de 4 anos no CEI AFASC Urda Joana Joaquim, no bairro Progresso, em Criciúma.
Segundo o relato registrado pela mãe, a criança teria passado a apresentar mudanças de comportamento após supostas ofensas atribuídas a uma professora da unidade. A família procurou o Conselho Tutelar e registrou um boletim de ocorrência sobre o caso.
Em nota oficial, a AFASC informou que tomou conhecimento do relato e está acompanhando a situação “com a devida atenção e responsabilidade”. A instituição também afirmou que a criança já recebe acompanhamento da equipe multidisciplinar da entidade, dentro do atendimento regularmente prestado.
Diante das informações apresentadas pela família, a AFASC informou que adotou providências para apurar os fatos. Entre as medidas está a solicitação das imagens do sistema de videomonitoramento da unidade, que serão analisadas para contribuir com o esclarecimento da situação.
A instituição afirmou ainda que seguirá acompanhando o caso, mantendo o suporte à criança e à família e adotando as medidas cabíveis conforme os elementos apurados.
Confira a nota oficial da AFASC na íntegra:
“A AFASC informa que tomou conhecimento de um relato envolvendo o atendimento de uma criança no CEI AFASC Urda Joana Joaquim, no bairro Progresso, e está acompanhando a situação com a devida atenção e responsabilidade.
A criança já recebe acompanhamento da equipe multidisciplinar da instituição, no âmbito do atendimento regularmente prestado pela AFASC.
Diante das informações apresentadas pela família, a instituição adotou providências para a apuração dos fatos, entre elas a solicitação das imagens do sistema de videomonitoramento da unidade, que serão analisadas para contribuir com o esclarecimento da situação.
A AFASC segue acompanhando o caso e mantendo o suporte à criança e à família, além de adotar as medidas cabíveis a partir dos elementos apurados.
Criciúma, 24 de agosto de 2026.”
Por Ramon Goulart





