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Polícia Federal incinera mais de 1,2 mil toneladas de drogas no Litoral Norte

Ação ocorreu em indústria catarinense e contou com o apoio da Vigilância Sanitária, da Receita Federal

A Polícia Federal incinerou, nesta quinta-feira (6), cerca de 1,2 tonelada de drogas apreendidas em operações contra o tráfico no Vale do Itajaí e litoral Norte de Santa Catarina. A ação ocorreu em uma indústria catarinense e contou com o apoio da Vigilância Sanitária, da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal.

Os agentes destruíram 1.173 quilos de maconha e 19 quilos de cocaína, além de invólucros e embalagens usados no transporte. O material veio de apreensões recentes realizadas em Itajaí e na área portuária, locais que concentram parte das investigações sobre o tráfico internacional.

De acordo com a PF, a medida reforça o combate ao narcotráfico e o trabalho integrado entre as forças de segurança. Além disso, a incineração elimina produtos ilícitos que alimentam o crime organizado e causam prejuízos sociais.

O ato também simboliza o compromisso da instituição em enfrentar o tráfico com inteligência e ação coordenada. Portanto, a destruição das drogas representa mais do que um procedimento técnico — é um resultado direto de um esforço contínuo de repressão.

Porto de Itajaí segue como foco no combate ao tráfico internacional
O complexo portuário de Itajaí continua sendo um dos principais pontos de atuação da Polícia Federal em Santa Catarina. A grande movimentação de cargas e o acesso ao mar tornam os terminais um alvo constante do tráfico internacional de cocaína.

Nos últimos meses, várias operações interceptaram centenas de quilos da droga escondidos em contêineres destinados à Europa e à África. As quadrilhas usam métodos sofisticados, como o “rip-on/rip-off”, em que criminosos inserem a droga nos contêineres sem o conhecimento das empresas exportadoras.

A PF identificou ligações entre traficantes locais e cartéis estrangeiros, o que mostra a complexidade dessas redes criminosas. Por isso, as autoridades intensificaram o uso de escâneres, cães farejadores e sistemas de rastreamento nas cargas que passam pelo porto.

Além disso, há monitoramento constante das rotas terrestres e marítimas que ligam Itajaí a Navegantes e Itapoá, corredores estratégicos usados pelo crime organizado. Assim, a repressão ao tráfico continua firme, com ações que envolvem inteligência, cooperação e tecnologia.

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