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Professores são afastados suspeitos de abuso sexual contra alunos em Imbituba

Ambos são ACTs, atuam em instituições diferentes e os casos não têm ligação, informou a PCSC

A Polícia Civil investiga dois professores suspeitos de praticar abusos sexuais contra alunos da rede estadual de ensino em Imbituba.

De acordo com a polícia, ambos são professores em caráter temporário (ACTs), atuam em instituições diferentes e os casos não têm ligação. Os nomes dos envolvidos e das instituições de ensino não foram divulgados.

O primeiro inquérito instaurado apura a conduta de um professor de 23 anos. Segundo a investigação, ele estaria se aproveitando da função para pedir, por redes sociais e aplicativos de conversa, fotos e vídeos de alunos com idades entre 13 e 15 anos, geralmente sem camiseta.

No segundo inquérito, a polícia investiga o caso de um professor de 39 anos que, supostamente, manteve conversas de conteúdo impróprio com uma aluna de 14 anos, além de ter iniciado um possível relacionamento com ela.

Nesta quinta-feira (20) pela manhã, a polícia deflagrou uma operação e cumpriu dois mandados de busca e apreensão. Foram recolhidos dispositivos eletrônicos e outros itens, “que servirão para instruir os inquéritos e que serão analisados para apurar as condutas praticadas pelos investigados”, informou a polícia.

Além dos mandados, após representação do delegado de polícia e manifestação favorável do Ministério Público local, o juízo da Vara Criminal de Imbituba decretou a suspensão do exercício da função pública de professor de ambos os investigados, ao menos, pelo prazo de 90 dias.

O que diz a SED

A Secretaria de Estado da Educação (SED) informou que está tomando as devidas providências com relação aos profissionais alvos de ação e que ambos estão afastados das salas de aula.

“A SED repudia qualquer ato de violência praticado dentro ou fora das escolas estaduais de Santa Catarina. Por meio do NEPRE, a secretaria dispõe de psicólogos e assistentes sociais que trabalham constantemente com a instrução pedagógica para criar um ambiente pacífico e de amparo socioemocional nas unidades escolares”, informou a secretaria em nota.

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