Afasc afirma que tomará medidas para garantir atendimento nos CEIs

A Afasc também informou que considera esgotadas as possibilidades de negociação com o sindicato que representa os trabalhadores da categoria.
A Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc) divulgou na noite de domingo, uma nota oficial em que manifesta preocupação com a possibilidade de paralisação nos Centros de Educação Infantil (CEIs) do município. Segundo a instituição, a educação infantil não pode ser utilizada como instrumento de disputa político-eleitoral.
No comunicado, a Afasc afirma reconhecer a importância dos profissionais da educação e destaca que a valorização da categoria vem sendo conduzida “com responsabilidade”. A entidade informa que, em 2025, concedeu ganho real acima da inflação e que, para 2026, apresentou nova proposta com reajuste real e avanços considerados inéditos na história da instituição.
Apesar disso, a associação avalia com preocupação o que classificou como uma tentativa de levar a educação infantil para um ambiente de “radicalização política”, citando ameaças de paralisação que podem impactar diretamente milhares de famílias de Criciúma.
Conforme a nota, uma eventual interrupção dos serviços afetaria cerca de 6 mil crianças atendidas pelos CEIs, além de mães, pais e responsáveis que dependem das unidades para conseguir trabalhar e garantir a renda familiar.
A Afasc também informou que considera esgotadas as possibilidades de negociação com o sindicato que representa os trabalhadores da categoria. Diante do cenário, a instituição afirmou que adotará “todas as medidas jurídicas e administrativas cabíveis” para assegurar a continuidade dos atendimentos, proteger as crianças e minimizar os impactos às famílias atendidas pelos Centros de Educação Infantil





